Alguma vez você já se perguntou o que acontece com o amor quando a vida exige movimento constante? Em
Viagens que a gente não faz por agenda, faz por amor
, Monique Evelle narra uma travessia íntima: a de amar quando se vive em continentes diferentes.
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Entre fronteiras geográficas e emocionais, a jornalista Monique Evelle revela o cotidiano de quem ama entre oceanos de distância, lidando com a instabilidade da imigração, da exaustão e da sensação persistente de nunca estar inteira em lugar nenhum. Em
Viagens que a gente não faz por agenda, faz por amor
, a força cede espaço à fragilidade, e a mulher inabalável dá lugar à que sente, teme, deseja e aprende a habitar o amor em meio à ausência.
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Monique aborda a distância, a saudade e a experiência de existir entre aerop